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Associação dos Geógrafos Brasileiros - Pela desapropriação imediata das terras da Usina Cambahyba
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XVIII Encontro Nacional de Geógrafos

Pela desapropriação imediata das terras da Usina Cambahyba

A desapropriação das terras da Usina Cambahyba para a reforma agrária é antes de tudo uma medida de justiça social. Não só pela ociosidade das terras, o que por si só já o justificaria, mas também porque foi nos fornos dessa usina que dez militantes da luta contra a ditadura tiveram seus corpos incinerados para não deixar rastros da brutal repressão e violência que marcaram o país entre 1964 e 1985.



Essa não é a primeira vez que o MST ocupa terras da Usina Cambahyba, , localizada em Campos dos Goytacazes/RJ, tendo inclusive conquistado o Assentamento Oziel Alves – mais uma vítima da violência contra os trabalhadores brasileiros, assassinado durante a Chacina de Eldorado dos Carajás – nas terras da Fazenda das Dores, ocupada em 2000. Neste mesmo ano, outras fazendas pertencentes à Usina Cambahyba também foram ocupadas, Mergulhão, Saquarema, Fazendinha, Flora e, posteriormente, em 2002, as fazendas Caetá e Cedros também o foram. Entretanto, a combinação entre inépcia do Incra e morosidade da justiça protelou por mais de 10 anos a desapropriação das demais fazendas.

Agora, impulsionado pela revelação do uso dos fornos da Cambahyba como instrumento da repressão ditatorial, o MST reocupou as terras da Cambahyba, no dia 2 de novembro de 2012, exigindo a imediata desapropriação de todas as suas terras, como um símbolo da luta pela justiça social no Brasil, do qual a reforma agrária é parte essencial. Para reforçar este simbolismo, o acampamento foi batizado de Luis Maranhão, um dos militantes da luta contra a ditadura que teve seu corpo incinerado nos fornos da Cambahyba, e assim deverá se chamar o assentamento que deverá ser criado após as desapropriação das terras.

Assim, conclamamos a presidente Dilma Roussef a desapropriar imediatamente as terras da Usina Cambahyba e nelas criar o Assentamento Luis Maranhão, como medida histórica de justiça social, pois ao mesmo tempo impulsiona a reforma agrária e combate o latifúndio e a monocultura da cana em Campos, que tanta violência impuseram aos trabalhadores e aos que lutaram contra a desigualdade e a miséria no Brasil.

 

 

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